No intervalo da partida entre Vasco e Vitória, válida pelas quartas de final da Copa do Brasil, a diretoria do Vasco aproveitou a pausa para questionar o árbitro Matheus Delgado Candançan sobre a expulsão do volante Barros no primeiro tempo. O diretor de futebol Admar Lopes e o diretor técnico Felipe se dirigiram ao gramado para protestar contra a decisão, que ocorreu após um toque de mão de Renato Kayzer, que antecedeu a ação do jogador vascaíno.

A equipe de arbitragem foi cercada por policiais que realizavam a escolta, enquanto Felipe e o gerente Clauber Rocha expressavam seu descontentamento. Também estiveram presentes na confusão Bruno Lazaroni, auxiliar técnico, e o preparador físico Daniel Félix. O tumulto se estendeu até o vestiário, onde a situação se agravou, com a Polícia Militar e o BEPE apontando armas para os funcionários do clube.

A expulsão de Barros ocorreu aos 14 minutos do primeiro tempo, quando ele tentou interromper um ataque do Vitória após errar a saída de bola e tocar a mão na bola. Após a consulta ao VAR, o árbitro decidiu expulsá-lo, alegando que Barros era o último homem na jogada. Os jogadores do Vasco argumentaram que a bola havia tocado o braço de Kayzer antes do toque de Barros, mas a arbitragem considerou a jogada normal e não reviu a decisão.

Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original