O Vasco da Gama se aproxima do encerramento da janela de transferências com a intenção de contratar jogadores brasileiros para suprir as carências do elenco. Após as chegadas de Sosa e Colidio, o clube agora conta com dez atletas estrangeiros, ultrapassando o limite de nove permitido pela CBF para as listas de competições nacionais.

Atualmente, o elenco conta com os argentinos Sosa e Colidio, além dos uruguaios Puma Rodríguez e Alan Saldivia, os colombianos Andrés Gómez, Carlos Cuesta, Johan Rojas e Marino Hinestroza, o português Nuno Moreira e o argentino Spinelli. Com a inclusão de Sosa e Colidio, o técnico Pedro Emanuel terá que deixar um jogador estrangeiro de fora da lista de relacionados. Na partida contra o Santos, por exemplo, Saldivia foi o escolhido para não ser relacionado.

Uma das prioridades do clube para o restante da janela é a contratação de um atacante, especificamente um camisa 9. O departamento de futebol está em busca de opções e intensificou as negociações para trazer Bruno Duarte, atacante do Estrela Vermelha, da Sérvia. O fato de ser brasileiro e seu perfil goleador são vistos como pontos positivos pela diretoria, que busca um jogador capaz de aumentar a produção de gols da equipe.

Além de um atacante, o Vasco também está em busca de um defensor brasileiro. Diego Carlos, que pertence ao Fenerbahçe, é o principal alvo, mas o clube enfrenta concorrência do Parma, que tem avançado nas negociações para um empréstimo.

O Vasco também está avaliando outros jogadores e já fez contatos com brasileiros que atuam fora do país, como Arthur Chaves, do Hoffenheim, Gabriel Pereira, do Copenhagen, e Luiz Felipe, do Rayo Vallecano. No entanto, até o momento, não houve avanços significativos nas negociações.

A prioridade por jogadores brasileiros não exclui a possibilidade de contratações de estrangeiros. O clube ainda procura um camisa 8 para o meio-campo e está em negociação com alguns jogadores internacionais, especialmente após a desaceleração das conversas com o colombiano Nelson Deossa. Contudo, a tendência é que as contratações no fim da janela sejam, em sua maioria, de atletas brasileiros, devido ao limite imposto pela CBF.

Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original