O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) anunciou a denúncia do Vasco e de cinco de seus integrantes devido a acontecimentos ocorridos durante a vitória do time por 1 a 0 sobre o Vitória, na quarta-feira, pelas quartas de final da Copa do Brasil.

A denúncia é baseada nos relatos contidos na súmula da partida, que descreveu uma confusão entre membros do clube e a equipe de arbitragem durante o intervalo, após a expulsão do volante Cauan Barros.

Os denunciados incluem o clube, Barros, o diretor Felipe Loureiro, o preparador físico Daniel Felix, o preparador de goleiros Nelcírio Franchin e o diretor de futebol Admar Lopes.

Barros foi denunciado com base no artigo 78 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). O Vasco enfrenta acusações segundo o artigo 213, incisos I e III, que se referem a desordem e ao lançamento de objetos. Já Loureiro, Felix e Lopes foram enquadrados no artigo 258, § 2º, II, que trata de conduta antidesportiva. Franchin, por sua vez, também responde pelo artigo 254-A, § 3º, que aborda agressões à arbitragem.

A confusão teve início após a expulsão de Barros no primeiro tempo. Conforme a súmula assinada pelo árbitro Matheus Delgado Candançan, Daniel Felix abordou os árbitros de maneira