O torcedor do Atlético-MG rememora com emoção o dia 24 de julho de 2013, quando o clube conquistou a Copa Libertadores ao vencer o Olímpia-PAR. Treze anos se passaram desde aquele título, e agora o time enfrenta seu maior jejum na competição continental, ficando fora por dois anos consecutivos.
A conquista da Libertadores foi um marco na trajetória do Atlético, que, no ano seguinte, conquistou a Copa do Brasil contra seu maior rival. Desde então, o clube também se destacou em competições nacionais e estaduais, encerrando um longo jejum de 50 anos sem o troféu do Brasileirão. Desde 2013, o Atlético participou de nove edições da Libertadores, alcançando fases avançadas, incluindo uma final em 2024, onde foi derrotado pelo Botafogo.
Atualmente, a equipe enfrenta a maior ausência na Libertadores desde 2013, o que gera impactos significativos tanto no aspecto esportivo quanto financeiro, refletindo na redução de investimentos para o elenco. A prioridade do clube é retornar à competição continental, uma meta considerada crucial para a temporada. Em entrevista ao ge, foi destacado que o foco é garantir uma vaga na Libertadores do próximo ano.
O Atlético-MG tem três caminhos para conseguir essa classificação: através do Campeonato Brasileiro, da Copa do Brasil ou da Sul-Americana. No Brasileiro, a situação é desafiadora, com o time na 11ª posição e uma distância de sete pontos para o quarto colocado. Na Copa do Brasil, o clube avançou para as quartas de final e enfrentará o Juventude. Na Sul-Americana, aguarda o vencedor do confronto entre RB Bragantino e Sporting Cristal para conhecer seu adversário nas oitavas de final.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original