Walace continua afastado do elenco do Cruzeiro, duas semanas após ter criticado o goleiro Matheus Cunha em um grupo de mensagens, o que complicou sua situação na Toca da Raposa. Embora seu contrato vá até 2028, a tendência é que sua saída seja o caminho natural, especialmente considerando seu desempenho abaixo das expectativas desde sua chegada ao clube.
Apesar disso, não há uma definição clara entre o Cruzeiro e o estafe do jogador. As partes mantêm um bom relacionamento e concordam que não há necessidade de apressar qualquer decisão, uma vez que as janelas de transferências nacional e internacional estão fechadas. Além disso, não há conversas avançadas sobre uma possível rescisão de contrato.
Walace tem seguido um cronograma de treinos diferente desde o dia 4 deste mês, quando foi afastado pela diretoria em decorrência das críticas enviadas, acidentalmente, em um grupo de aplicativo de mensagens. Desde então, seu estafe tem mantido contato, tanto de forma remota quanto presencial, com a diretoria do clube.
Após o incidente, Walace se desculpou com os companheiros de equipe e teve uma conversa com o técnico Artur Jorge, após retornar de uma viagem ao Equador, da qual foi cortado. O volante chegou ao Cruzeiro em julho de 2024, vindo da Udinese, como um dos principais reforços da nova gestão. No entanto, até agora, não conseguiu se firmar sob os comandos de diferentes técnicos, incluindo Fernando Seabra, Fernando Diniz, Leonardo Jardim e Tite.
Com Artur Jorge, Walace foi relacionado para a partida contra o São Paulo e estava previsto para acompanhar a delegação no confronto contra o Barcelona de Guayaquil. Vale ressaltar que seu relacionamento com o elenco sempre foi bom, mas a situação provocada pela mensagem enviada acabou afetando essa dinâmica.
Na última janela de transferências, o Cruzeiro demonstrou interesse em negociar Walace, mas o jogador não se mostrou animado com as propostas recebidas, tanto do Brasil quanto do exterior.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original