O São Paulo conta com sete jogadores que possuem contratos válidos até o final deste ano e, a partir de julho, poderão assinar pré-contratos com outras equipes, o que poderia deixar o clube sem custos ao fim dos vínculos. Os atletas são: Calleri, Felipe Preis, Luan, Lucas Moura, Matheus Belém, Rafael Tolói e Young.

A diretoria do clube está avaliando cada situação e trabalha para algumas renovações, sendo a de Calleri uma das prioridades. As negociações com os representantes do centroavante argentino estão em andamento, mas atualmente estão paralisadas. No entanto, não há preocupação excessiva em relação à possibilidade de perder o jogador, uma vez que a relação construída ao longo dos anos pode influenciar na decisão de Calleri, que aos 32 anos se tornou um dos ídolos da torcida com 256 partidas disputadas.

As conversas sobre a renovação de Calleri começaram em março, quando ele expressou a intenção de aguardar uma definição sobre a situação política e administrativa do clube antes de prosseguir nas negociações. Fontes próximas ao jogador afirmam que questões financeiras não são o principal fator para sua decisão, e que ele busca entender os planos do São Paulo para o futuro.

Além de Calleri, o São Paulo também iniciou negociações com Lucas Moura em março, mas as partes optaram por esperar a pausa para a Copa do Mundo para discutir o futuro. Lucas, que enfrenta problemas físicos, sofreu uma ruptura total do tendão de Aquiles em maio e passou por cirurgia, com previsão de retorno apenas em 2027. Contudo, há otimismo de que ele possa voltar aos campos ainda em novembro, caso sua recuperação ocorra conforme o esperado.

Por outro lado, Rafael Toloi e Luan estão em uma situação de incerteza no clube. Sem espaço no time titular, eles ainda não receberam qualquer sinalização da diretoria sobre possíveis renovações e podem deixar o São Paulo ao final dos contratos. O futuro de FC Young também é incerto, pois seu empresário, Wagner Ribeiro, deseja que o jogador assine um pré-contrato e saia do Tricolor, especialmente após a chegada de Carlos Coronel, que diminuiu suas oportunidades.

Felipe Preis e Matheus Belém, formados em Cotia, também estão em uma situação que depende da avaliação da comissão técnica, tendo ambos recebido poucas oportunidades no elenco principal. Matheus, em particular, foi emprestado para ganhar experiência e enfrenta forte concorrência na defesa.

Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original