As negociações entre o São Paulo e o atacante Calleri para a renovação de contrato continuam sem um desfecho. Em uma reunião realizada no CT da Barra Funda, a diretoria do clube apresentou uma nova proposta ao jogador, que inclui valores inferiores aos da oferta anterior.
Atualmente, Calleri tem contrato até o final deste ano e já pode assinar um pré-contrato com outra equipe. O clube revisou sua oferta após meses de negociações, decidindo por uma redução significativa nos valores inicialmente propostos.
A proposta anterior, elaborada durante a gestão do ex-executivo de futebol Rui Costa, incluía US$ 1,8 milhão (cerca de R$ 9,2 milhões) em luvas, um salário mensal de R$ 1,7 milhão e o pagamento de aproximadamente R$ 7 milhões que o clube deve ao atacante, a serem pagos em 12 parcelas. Além disso, havia uma série de bonificações por metas esportivas, incluindo prêmios por classificação à Libertadores e conquistas de títulos.
Na nova proposta, a diretoria do São Paulo ofereceu R$ 2 milhões em luvas e um salário de até R$ 1,5 milhão por mês, mas eliminou as bonificações por desempenho. Essa reformulação não agradou os representantes de Calleri, que consideraram a redução um retrocesso nas negociações, aumentando o pessimismo em relação a um acordo.
Internamente, Calleri é visto como um dos principais líderes do elenco e um jogador muito identificado com o clube. Contudo, a diretoria ainda não demonstra consenso sobre o investimento necessário para renovar o contrato de um atacante de 32 anos. Calleri é um dos artilheiros do São Paulo na temporada, empatado com Luciano, ambos com 11 gols marcados.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original