O São Paulo iniciou bem a partida contra o Athletico-PR, mas acabou sofrendo uma virada e perdeu por 2 a 1. Sob o comando de Dorival Júnior, a equipe apresentou uma formação diferente, com três jogadores no meio-campo e sem um ponta-esquerda de origem. Nesse novo esquema, Marcos Antônio teve liberdade para atuar pelo lado esquerdo, destacando-se no primeiro tempo ao dominar o setor e armar as jogadas.

Luciano também teve liberdade para se movimentar, mas acabou jogando mais centralizado, atuando como segundo atacante atrás de Calleri. Essa configuração deixou o lado esquerdo sem apoio, já que Wendell não conseguiu contribuir de forma eficiente.

No entanto, após um bom primeiro tempo, o São Paulo voltou desatento para a segunda etapa e sofreu as consequências. Um erro de Pablo Maia ao recuar a bola para Arboleda resultou no gol de empate do Athletico-PR, após uma dividida perdida no meio-campo. A virada aconteceu em um escanteio, onde Leozinho apareceu sozinho na entrada da área para marcar.

Diante da situação, Dorival Júnior decidiu reforçar o ataque, colocando mais pontas em campo. O time começou com Arthur e terminou com ele, Ferreirinha, Victor Sá, além de Luciano e André Silva. Contudo, essa estratégia não gerou resultados, pois a equipe não conseguiu criar jogadas perigosas sem um meio-campo sólido. A escolha inicial de formação se mostrou mais eficaz, já que o São Paulo havia dominado o meio-campo antes do apagão.

“Voltamos como paramos”, lamentou Caio após a derrota.

Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original