A situação de Rui Costa, diretor-executivo do São Paulo, se torna cada vez mais delicada após a demissão do técnico Roger Machado. Costa, que foi o principal responsável pela contratação do treinador, já enfrentava críticas, mas a pressão aumentou com a saída de Roger.

O presidente Harry Massis, que também está sob forte pressão, é cobrado a tomar uma decisão sobre a permanência de Rui Costa. Protestos de torcedores e membros do Conselho Deliberativo têm sido frequentes, refletindo o descontentamento com a gestão do executivo.

Rui Costa, que é visto como a figura mais experiente no departamento de futebol, continua no clube e está à frente das negociações para a contratação de um novo treinador. Após a derrota para o Juventude, ele se deslocou para Florianópolis, onde busca a contratação de Dorival Júnior.

Mesmo em meio a essa crise, Rui Costa destaca que as decisões sobre demissões são colegiadas e não pessoais. Ele afirmou ser responsável tanto pelos sucessos quanto pelos fracassos do departamento de futebol.

Contratado em 2021, Rui Costa ganhou mais autonomia nas decisões após a saída de Carlos Belmonte em 2025. Sua gestão está sendo avaliada desde a chegada de Massis à presidência, e a troca de comando no time foi defendida por ele como parte de um projeto mais ambicioso.

Rui Costa, que tem um histórico de trabalho ao lado de Roger Machado, sempre foi transparente sobre os riscos que sua posição traz, especialmente quando os resultados não são satisfatórios.

Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original