A terceira passagem de Renato Gaúcho como treinador do Vasco durou apenas 107 dias. O anúncio de sua demissão ocorreu na noite de quinta-feira, quatro dias antes do retorno do time às atividades após a pausa da Copa do Mundo.
Renato se tornou o quinto técnico a ser desligado durante a gestão de Pedrinho, que assumiu o comando do futebol do clube em maio de 2024, após a Justiça suspender o contrato da 777 para a gestão da SAF vascaína. Antes dele, Álvaro Pacheco, Rafael Paiva, Fábio Carille e Fernando Diniz também ocuparam a função.
A média de permanência dos treinadores no cargo é de 142 dias, o que representa menos de cinco meses. A sequência de demissões é a seguinte: Álvaro Pacheco (30 dias), Rafael Paiva (156 dias), Fábio Carille (129 dias), Fernando Diniz (289 dias) e Renato Gaúcho (107 dias).
Álvaro Pacheco foi contratado ainda sob a gestão da 777 e teve uma estreia complicada, perdendo por 6 a 1 para o Flamengo. Ele deixou o cargo após acumular mais três derrotas. Rafael Paiva assumiu interinamente e, após bons resultados, foi efetivado, mas também acabou demitido após três derrotas consecutivas no final do Brasileirão.
Fábio Carille chegou em dezembro de 2024, buscando uma temporada mais promissora. No entanto, ele foi desligado em abril de 2025 após uma derrota no Brasileirão. O treinador seguinte, Fernando Diniz, teve um desempenho irregular, levando o time à final da Copa do Brasil, mas foi demitido em fevereiro de 2026 devido a resultados insatisfatórios no Campeonato Carioca e nas primeiras rodadas do Brasileiro.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original