Ao chegar ao Atlético-MG, Renan Lodi tinha como meta ganhar mais tempo de jogo para aumentar suas chances de ser convocado para a Copa do Mundo. No entanto, após quase cinco meses no clube, o lateral-esquerdo não foi chamado por Carlo Ancelotti em nenhuma das convocações, ficando de fora até da pré-lista.

Lodi acredita que a instabilidade do time nos últimos meses prejudicou seu desempenho individual. Ele mencionou que, se tivesse chegado ao Atlético-MG com mais antecedência, poderia ter tido mais chances de ser lembrado. “Quando cheguei aqui, eu tinha esse objetivo. Teve a chegada do Jorge Sampaoli. Em alguns momentos, não estávamos bem. Em um momento do professor (Domínguez), oscilamos bastante. Ganhava um jogo, perdia outro, empatava, isso ia dificultando para aparecer o coletivo, o individual do atleta”, afirmou.

Aos 28 anos, Lodi não atua pela Seleção desde novembro de 2023, quando participou de um jogo contra a Colômbia nas eliminatórias. Apesar de ter sido convocado para outros jogos, uma lesão o impediu de atuar. O lateral também fez parte do ciclo para a Copa de 2022, mas não foi incluído na lista final, que contou com Alex Sandro e Alex Telles.

Agora, Renan Lodi volta suas atenções para o ciclo que antecede a Copa de 2030. “Jogando aqui, aproveitando tudo que o Galo oferece, meu nome tem tudo para estar no próximo ciclo”, destacou.

Recentemente, Lodi, que é titular na lateral esquerda do Atlético, fez um desabafo sobre questões extracampo do clube, o que levou a reuniões para melhorar a comunicação entre o elenco, a comissão técnica e a diretoria. No total, ele já disputou 27 jogos pelo Atlético, marcando três gols e contribuindo com duas assistências. Sob o comando de Domínguez, Lodi tem exercido um papel mais ofensivo, com maior liberdade para avançar.

Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original