O atacante Gabigol, atualmente em destaque no Santos, comentou sobre a possibilidade de retornar ao Cruzeiro. O presidente da SAF do clube, Pedro Lourenço, abordou, pela primeira vez, as chances de contratação de Paulinho para a diretoria de futebol, além de mencionar a incerteza para a próxima temporada.

Recentemente, Paulinho tem sido um assunto recorrente nos bastidores do Cruzeiro. O gestor do Mirassol é visto como o principal alvo de Lourenço para um cargo no departamento de futebol, com expectativa de que seja anunciado como coordenador técnico. O presidente, embora tenha desconversado sobre o nome do executivo, ressaltou a importância de encontrar um profissional para o setor.

“Estamos trabalhando, pois sabemos que precisamos de um nome. Não é fácil, mas temos esperança de resolver isso em breve. O cargo é o de menos; o importante é que a pessoa trabalhe no futebol”, afirmou Lourenço durante um evento do Governo de Minas Gerais.

Paulinho, que teve uma carreira de destaque no Corinthians, passou por clubes como Barcelona e teve experiências no futebol chinês, aposentou-se em 2024 e assumiu funções no Mirassol, onde se tornou executivo de futebol em 2026.

Sobre Gabigol, emprestado ao Santos até o final do ano, ele se destacou na temporada com 20 gols e 10 assistências, o que reacendeu discussões sobre seu retorno ao Cruzeiro. O atacante mencionou que mantém um diálogo frequente com Lourenço e elogiou o projeto do clube. O presidente, no entanto, não demonstra pressa em definir o futuro do jogador: “Ele está emprestado, e só poderemos discutir sua permanência após o retorno. Não conversamos com o Santos sobre isso”, declarou.

Atualmente, o Cruzeiro conta com os centroavantes Kaio Jorge e Néiser Villarreal. Gabigol foi contratado no início de 2025, mas perdeu espaço na equipe e, ao final da temporada, pediu para ser negociado em busca de mais minutos em campo.

Outro ponto de preocupação para o clube é a proibição das empresas de apostas esportivas no Brasil a partir do dia 5 de outubro. Lourenço comentou sobre a necessidade de replanejamento devido à perda de patrocínios: “Com essa situação, fica inviável o futebol. Não sabemos qual será o rumo no próximo ano, então precisamos agir com cautela.”

Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original