O ambiente nos bastidores do Botafogo está agitado. Após a coletiva de imprensa de John Textor, o presidente do clube, João Paulo Magalhães, concedeu uma entrevista ao ge, onde contestou algumas das afirmações do americano, que se declarou como proprietário das ações da SAF.

Textor reiterou que ainda é o dono da SAF do Botafogo e fez alertas a potenciais novos investidores. Além disso, ele criticou JP, chamando-o de traidor devido a divergências nas últimas semanas. Em resposta, Magalhães afirmou: "No Livro de Registro das Ações, ele, sendo controlador, transferiu as ações para a Eagle e empenhou tudo para a GDA em fevereiro. Ele já fez a GDA, que é a dona do Botafogo. O que ele está querendo dizer? Estamos melhorando a comunicação com a GDA, pois havia riscos. Ele fez tudo isso e agora quer questionar?"

JP também comentou sobre a oferta de 50 milhões de dólares feita por Kia, que, segundo ele, é inferior à proposta da GDA, que é de 105 milhões de dólares.

Na coletiva realizada em um hotel na Barra da Tijuca, Textor foi incisivo ao criticar João Paulo Magalhães, afirmando que o dirigente mudou de postura e não agiu com honestidade. Ele mencionou uma reunião em que JP o chamou de amigo, mas depois indicou que não se pode confiar nele.

Textor destacou que o presidente social não teve coragem de votar em favor do clube em uma assembleia geral, optando por uma decisão que, segundo ele, favoreceu um "fantoche" em vez de um líder respeitado.

Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original