O Botafogo, após o empate em 1 a 1 contra o Atlético-MG, está sob a sombra de três transfer bans impostos pela Fifa, sendo o mais recente anunciado nesta segunda-feira. Com isso, torcedores se questionam sobre a possibilidade de perda de pontos e rebaixamento devido a essas punições.
A última sanção decorre de uma dívida com o Atlanta United, relacionada à transferência de Thiago Almada. O clube já havia enfrentado um transfer ban em dezembro de 2025 pela mesma razão. Após pagar a primeira parcela de 10 milhões de dólares, o Botafogo atrasou o pagamento da segunda parte do acordo firmado em fevereiro, o que resultou em uma nova punição.
De acordo com o Código Disciplinar da Fifa, a repetição de infrações pode levar a sanções adicionais, como a dedução de pontos ou rebaixamento, caso o descumprimento persista. A regra afirma que, se a proibição de inscrição de novos jogadores for mantida por mais de três janelas de transferência consecutivas, outras penalidades podem ser aplicadas.
O Botafogo está buscando que as punições sejam suspensas, uma vez que entrou com um pedido de recuperação judicial. Isso implica um congelamento nas negociações sobre dívidas, que não podem ser executadas pelos credores. No entanto, transfer bans anteriores à recuperação judicial, como os relacionados ao Atlanta United e ao Ludogorets, devem ser quitados normalmente.
Além disso, o clube também enfrenta uma punição datada de 20 de abril, referente a dívidas com o Ludogorets pela contratação de Rwan Cruz, e uma nova sanção recebida em 7 de maio devido à dívida com o New York City pela contratação de Santi Rodríguez, que ainda não teve suas parcelas quitadas.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original