Na última quinta-feira, o meia Lucas Paquetá esteve presente em um encontro com atletas das categorias sub-11 e sub-13 do Flamengo. Essa atividade faz parte do projeto Papo de Campeão, que visa aproximar os jovens jogadores de grandes ídolos da história do clube.
Durante a conversa, Paquetá relatou sua trajetória, desde os primeiros passos na base rubro-negra até sua experiência na Europa, além de abordar a importância da educação, religião e as referências que moldaram sua carreira. Ele ingressou no Flamengo aos 10 anos, saiu para o Milan e retornou ao clube neste ano.
“Hoje, vivi um momento mágico falando um pouco da minha trajetória com o sub-11 e sub-13 do Flamengo. Estou feliz em compartilhar com essa garotada um pouco do que vivi da base até o momento atual da minha carreira. Desejo todo sucesso do mundo a cada um dessa sala, que possam se tornar grandes atletas e homens”, escreveu Paquetá em suas redes sociais.
O projeto, iniciado em 2025, já contou com a participação de outros jogadores do elenco, como Danilo e Jorginho, que também se reuniram com diferentes gerações da base. Paquetá destacou a importância desse tipo de interação: “Quando eu estava na base, víamos os profissionais de longe, mas queríamos estar perto, conversar e apertar a mão deles. Essa troca não era tão comum. Ver o que o Flamengo se tornou nesse sentido é muito especial, porque mostra para a garotada que o futebol profissional não está tão distante. É algo palpável. Espero que eles possam aproveitar essa proximidade como combustível para realizar os próprios sonhos”.
Revelado nas divisões de base do Flamengo, Paquetá estreou no time principal em 2016 e se firmou como titular no ano seguinte, transferindo-se para o Milan em janeiro de 2019. Após passagens por Lyon e West Ham, ele retornou ao Flamengo em janeiro deste ano, tornando-se a contratação mais cara da história do clube.
“Estamos falando de referência. O Paquetá é um Garoto do Ninho, esteve aqui e passou por experiências muito parecidas com as que esses meninos vivem hoje. Poder trazê-lo para conversar, tirar dúvidas e falar sobre os desafios e dificuldades é muito importante. Todo o esforço que ele fez para chegar ao futebol profissional representa uma referência de sonho”, afirmou Patrícia Negreiros, coordenadora do Departamento Humano do Flamengo.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original