O Palmeiras conquistou a vaga na final da Libertadores ao vencer o Fluminense, mesmo apresentando um desempenho inferior em campo. O time paulista, embora não brilhe, se mostra sólido, como um verdadeiro monolito.

O Fluminense teve uma atuação digna de vitória, mas não conseguiu manter a vantagem nos pênaltis. Carlos Miguel, goleiro do Palmeiras, fez uma defesa crucial na cobrança de Nonato, que foi o único pênalti perdido entre as oito tentativas.

A força mental da equipe alviverde se renova a cada temporada, mesmo com as constantes mudanças no elenco, onde Abel Ferreira tem que adaptar o time frequentemente. Jogadores como Endrick, Estevão e Allan, revelações da base, se tornaram grandes ativos financeiros para o clube.

O treinador, ao invés de reclamar, tem encontrado novas soluções para os desafios. Com essa vitória, o Palmeiras chega à sua segunda final consecutiva da Libertadores, mostrando-se muito mais competente do que brilhante. Para os torcedores palmeirenses, a resposta é clara: para brilho, é preciso comprar um diamante.

Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original