O Palmeiras está em vias de concretizar a venda de Allan para o Manchester City, o que pode render cerca de R$ 240 milhões ao clube, considerando valores fixos e bônus. Com isso, a equipe já contabiliza aproximadamente R$ 344 milhões em transações de jogadores neste ano, atingindo 86% da meta de vendas estabelecida para a temporada.

O orçamento do clube para 2026 previa uma receita de R$ 399,6 milhões com vendas de atletas, mas a direção decidiu priorizar a permanência de jogadores-chave para buscar títulos. A proposta financeira do City fez o Palmeiras reconsiderar essa estratégia.

Os números apresentados pelo clube incluem as vendas de 11 jogadores em 2026. Além de Allan, destacam-se as transferências do goleiro Kaique para o Sporting, Facundo Torres para o Austin FC, e Naves para o Necaxa, entre outros. O Palmeiras também considera receitas menores de seis atletas, que somam cerca de R$ 15 milhões.

Entre esses seis, estão Luighi, que se transferiu para o New York City, e Sorriso, que foi para o Al-Fateh, ambos por meio de empréstimos remunerados. Outras transferências incluem Gabriel Silva, Pedro Lima, Léo Azevedo e Pedro Felipe, que mesmo não estando mais no clube, ainda geram receita ao Palmeiras.

Os valores das vendas principais são: R$ 225 milhões pela transferência de Allan, R$ 24 milhões por Kaique, R$ 50 milhões por Facundo Torres, e R$ 10 milhões por Naves. O Palmeiras também mantém 20% dos direitos de Jhon Jhon, que foi vendido pelo Bragantino ao Zenit, gerando cerca de R$ 20 milhões.

Antes da negociação de Allan, o Palmeiras optou por manter seus principais atletas para garantir um bom desempenho esportivo. Para compensar a diferença, o clube apostou em receitas alternativas, como premiações, bônus de patrocinadores, bilheteiras e o programa de sócio-torcedor Avanti.

Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original