O Palmeiras se despede de dois atacantes nesta semana, após confirmar a venda de Allan ao Manchester City por 40 milhões de euros (cerca de R$ 240 milhões) e encaminhar um negócio com o Inter Miami para Riquelme Fillipi. A nova lesão muscular de Paulinho, que o afastará dos gramados até o dia 6 de outubro, também impacta o planejamento do clube para o setor ofensivo.

Anderson Barros, diretor de futebol do Palmeiras, expressou confiança na recuperação do jogador, destacando seu empenho e a dedicação do departamento médico para assegurar que Paulinho retorne a tempo de contribuir na atual temporada.

Apesar das saídas de Allan e Riquelme, o Palmeiras acredita na força de seu elenco para lidar com as ausências. No entanto, a diretoria não descarta a possibilidade de contratar caso surja uma oportunidade vantajosa. O clube já passou por situação semelhante ao contratar Barboza, quando recalcularam suas opções após a oferta do Botafogo.

Com as vendas, o Palmeiras ganhou maior margem financeira, mas a intenção é evitar compromissos financeiros elevados para novas contratações. O único jogador que poderia mudar essa estratégia seria Danilo, do Botafogo, mas a negociação não avançou.

Desde a venda de Allan, alguns nomes começaram a ser especulados, como Luiz Henrique, do Zenit, e Helinho, do Toluca. Luiz Henrique é visto como um alvo difícil devido ao alto custo, enquanto Helinho, que vive bom momento no México, também apresenta um valor de saída considerado elevado.

Com isso, o Palmeiras pode voltar a olhar para sua base, que tem se mostrado lucrativa nos últimos anos. Heittor, de 19 anos, já foi utilizado na vitória sobre o Santos e é uma das opções que Abel Ferreira está considerando, apesar de suas características serem diferentes das de Allan.

A janela de transferências no Brasil se encerra no dia 11 de setembro.

Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original