O diretor-geral do Fluminense, Mário Bittencourt, abordou a razão pela qual Marcão não será efetivado como treinador da equipe. Atualmente, o auxiliar técnico ocupa o cargo interinamente até o final do ano, mas não tem sua continuidade garantida.

De acordo com Bittencourt, essa decisão faz parte de uma estratégia planejada pela gestão e de um acordo estabelecido com Marcão em 2019. O dirigente, que já foi presidente do clube, comentou sobre o tema durante uma entrevista ao podcast Corredor 5, no quadro Pelada Musical.

“Marcão ocupa uma posição de confiança dentro da comissão técnica e deve continuar como auxiliar permanente. Em dezembro, vamos avaliar os próximos passos para o comando técnico do time”, disse Mário.

Ele explicou que, se Marcão se tornasse o treinador principal, seria necessário afastá-lo de sua função atual, o que não é o desejo da gestão. “Essa é uma decisão estratégica. Enquanto tivermos um treinador no comando, queremos que ele seja alguém que esteja alinhado com a gestão”, completou.

Mário Bittencourt também mencionou que já conversou com Marcão sobre a possibilidade de ele assumir um time de forma definitiva no futuro. “Ele é meu amigo e acredito que, em algum momento, ele receberá propostas de outros clubes”, afirmou.

Marcão assumiu o comando da equipe após a saída do técnico Luis Zubeldía, há cerca de duas semanas, e obteve duas vitórias no Brasileirão, além de garantir a vaga nas quartas de final da Libertadores e um empate com o Athletico-PR no último domingo.

Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original