Marino Hinestroza, atacante do Vasco, ainda não conseguiu se destacar e tem atraído a atenção de clubes sul-americanos para a próxima janela de transferências. Contudo, a diretoria vascaína não tem planos de liberar o jogador de 23 anos, que custou aproximadamente R$ 30 milhões ao clube no início do ano e possui contrato até 2029.
A relação de Hinestroza com a torcida se tornou tensa, especialmente após xingamentos e cobranças na porta do CT no final de maio. Além disso, o jogador enfrenta um desgaste com o treinador Renato Gaúcho, que se manifestou sobre a adaptação de atletas colombianos e equatorianos ao futebol brasileiro, mencionando especificamente o momento de Hinestroza.
Esse desgaste começou em abril, após a derrota para o Botafogo, quando Renato comentou sobre as dificuldades de adaptação dos jogadores dessas nacionalidades, ressaltando que só aprovaria contratações desse tipo se os atletas já tivessem experiência em clubes brasileiros. Essas declarações não foram bem recebidas pelo grupo, que mantém um bom relacionamento com os colombianos do elenco.
Marino tem enfrentado dificuldades para conquistar um espaço na equipe titular, somando 18 partidas até o momento, sem participar de nenhum gol. A gestão de sua chegada ao Vasco é vista como insatisfatória, já que o jogador chegou fora de forma e teve dificuldades com os métodos de treino de Fernando Diniz. Ele foi colocado em campo antes do que o departamento médico considerava ideal, e essa decisão foi considerada precipitada, assim como a de outro atacante, Brenner.
A expectativa era de que Marino se tornasse rapidamente um dos protagonistas do time, especialmente após a saída de Rayan, mas isso não se concretizou.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original