O Fluminense, sob o comando de Marcão, está atento aos desafios defensivos relacionados às bolas aéreas. Na última partida, uma vitória de virada sobre o Remo por 2 a 1 no Maracanã, a equipe tricolor sofreu mais um gol em uma jogada de cruzamento.
No Campeonato Brasileiro deste ano, dos 29 gols sofridos pelo Fluminense, 16 foram em jogadas aéreas, o que representa cerca de 55% do total. Thiago Silva, que tem atuado ao lado de Fábio e Marcão, mencionou a importância de corrigir esse aspecto após o jogo contra o Ind. Rivadavia, que garantiu a classificação para as quartas de final da Libertadores. Ele comentou: “Fizemos um ajuste na concentração antes da reunião principal, que foi justamente a jogada de bolas paradas deles (Rivadavia), que no 1 a 1 aqui a gente sofreu bastante.”
O tema das bolas aéreas é uma preocupação recorrente, especialmente após o gol sofrido pelo Fluminense em um escanteio cobrado por Gustavo Gómez, do Palmeiras. Apesar do sucesso na Argentina e da vitória recente sobre o Remo, a defesa tricolor voltou a ser vazada, desta vez em uma jogada de Marcelinho, que cruzou para Jájá abrir o placar.
Por outro lado, a estratégia de cruzamentos tem se mostrado eficaz no ataque. Nos últimos seis gols do Fluminense, cinco foram marcados em jogadas aéreas. Contra o Palmeiras, Hulk e Cano anotaram de cabeça, enquanto Serna aproveitou o rebote de uma cabeçada de Cano. Na virada contra o Remo, Hulk e Serna marcaram novamente dessa forma, sendo que Serna venceu a disputa com Tchamba e Zé Welison para garantir o gol da vitória.
O Fluminense volta a campo no próximo domingo, às 11h (de Brasília), enfrentando o Athletico-PR, em partida válida pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original