O zagueiro Manoel, de 36 anos, está em busca de novas oportunidades no futebol brasileiro após não renovar seu contrato com o Fluminense. Em uma entrevista de quase uma hora ao ge, ele revelou estar fisicamente recuperado e treinando diariamente. Manoel, que se encontra livre no mercado, aguarda propostas enquanto reflete sobre seus 14 anos de carreira.
"Estou 100% e me dedicando todos os dias, de segunda a sábado. Tive uma lesão no menisco em outubro, mas me recuperei bem e estou apto a jogar", afirmou o jogador, que ainda não recebeu propostas concretas, apenas sondagens de clubes da Série B.
O zagueiro expressou seu desejo de continuar jogando em alto nível por mais três anos e mencionou o apoio de um personal trainer para manter a forma. Ao olhar para sua trajetória, Manoel demonstrou carinho por seus ex-clubes, incluindo Fluminense, Corinthians, Athletico-PR e Cruzeiro.
Durante a entrevista, ele compartilhou suas experiências e destacou os melhores jogadores e treinadores com quem trabalhou: "Os atacantes mais difíceis de marcar foram Neymar, Fred e Gabigol, e os melhores zagueiros com quem joguei foram Nino, Thiago Silva, Dedé e Gil. O melhor treinador foi Fernando Diniz".
Manoel também recordou momentos marcantes, como a conquista da Libertadores em 2023 com o Fluminense e o apoio recebido após um episódio de doping. "O doping me ensinou a valorizar minha família e a ter mais fé", disse ele, que enfrentou dificuldades durante a suspensão preventiva.
Ele ainda relembrou sua passagem pelo Athletico-PR, onde se emocionou ao falar sobre a morte de seu pai e o apoio que recebeu do clube em um momento tão difícil. Manoel também comentou sobre sua experiência no Cruzeiro, onde conquistou diversos títulos, e no Corinthians, onde formou uma sólida dupla de zaga ao lado de Gil.
Por fim, o zagueiro fez uma breve menção à sua passagem pelo Trabzonspor, na Turquia, onde conquistou a Copa da Turquia, mas não teve muitas oportunidades em campo. "Fui campeão, isso foi o importante, mas não entendi os motivos para não jogar mais", concluiu.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original