Lucho Acosta, jogador do Fluminense, é frequentemente comparado a Darío Conca, ídolo do clube e campeão brasileiro em 2010. Em entrevista ao ge, Lucho falou sobre essas comparações e expressou sua admiração por Conca, destacando que considera o argentino um dos melhores que atuaram no Brasil.

O jogador comentou: "Não o conheço pessoalmente, mas vi alguns vídeos. As pessoas mandam para mim. Acho que ele foi um dos melhores argentinos no Brasil. Vi que ele era canhoto, sempre quis ser canhoto e sempre aprendo vendo vídeos. Vi as coisas que ele fez no campo".

Além disso, Lucho revelou uma curiosidade sobre suas tatuagens. Sua mãe tinha aversão a tatuagens que incluíssem nomes de outras pessoas, mas isso não impediu que ele fizesse as suas. Ele tatuou os nomes de seus pais em árabe, afirmando que eles significavam amor e paz, até que decidiu contar a verdade para eles.

"Ela não gostava das primeiras tatuagens. Mudei (o significado). Ela não gostava que eu tatuasse caras, rostos ou nome de outras pessoas. Eu disse que os nomes que fiz em árabe eram amor e paz, mas era o nome dela e do meu pai", contou Lucho, entre risos.

Lucho Acosta também compartilhou uma semelhança com Lionel Messi, um dos seus ídolos. Ambos nasceram em Rosário, Argentina, e enfrentaram dificuldades de crescimento na infância. Enquanto Messi lidou com uma deficiência hormonal, Lucho recebeu um diagnóstico semelhante que o fez focar em alternativas para se desenvolver fisicamente.

Contratado pelo Fluminense em agosto do ano passado por cerca de R$ 22 milhões, Lucho destacou que um dos motivos para retornar ao futebol sul-americano foi a vontade de vivenciar novamente a atmosfera de jogos decisivos e estádios cheios. "Vivo isso com muita calma, mas não tem como não olhar para o Maracanã lotado e pensar nos meus filhos, nos meus pais podendo assistir aos jogos. Era o que eu tinha na minha cabeça quando cheguei. Queria um desafio para a minha vida e estou desfrutando. Toda vez que jogo, penso na minha família e no sacrifício que fiz para vir para cá".

Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original