O volante Lucas Romero, capitão do Cruzeiro, se manifestou sobre as reclamações do Boca Juniors a respeito de um pênalti que, segundo os argentinos, deveria ter sido marcado nos acréscimos do jogo. Romero se defendeu em relação ao lance, afirmando: "Tinha total tranquilidade, porque eu sabia que não ia ser pênalti, porque foi totalmente casual. Minha mão estava colada ao corpo e, ao contrário, no segundo gol deles, eu reclamei imediatamente com o juiz."
O episódio ocorreu no segundo tempo da partida. Aos 44 minutos, o Boca Juniors marcou um gol com Merentiel, que aproveitou um rebote. No entanto, o árbitro revisou a jogada no VAR e anulou o gol devido a um toque na mão de Delgado, que se envolveu em uma disputa com um defensor do Cruzeiro. Já aos 55 minutos, após um cruzamento, Jonathan Jesus afastou a bola, que tocou no braço de Romero, mas o árbitro Jesús Valenzuela não revisou a jogada e o jogo seguiu sem mais interrupções.
Romero diverge da opinião do capitão do Boca Juniors, Leandro Paredes, que considerou a última jogada como uma falta clara e criticou a decisão do árbitro de não consultar o VAR. Paredes comentou: "É estranho que nem sequer foi ver (no VAR). Não é a primeira vez que isso acontece. Na casa do Cruzeiro, expulsaram o Bareiro e não foi falta em nenhuma das duas jogadas."
Sobre a interação com o árbitro, Romero destacou: "Eu faço minha parte como capitão do time, sei que sou o cara que tenho que falar com o juiz desde o início. Quando eles marcaram um gol, o árbitro veio falar comigo. Eu disse que queria jogar futebol, não tinha que falar nada comigo."
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original