O Fluminense se destaca no cenário do futebol brasileiro ao contar com três jogadores acima dos 40 anos que continuam a atuar em alto nível: o goleiro Fábio, o zagueiro Thiago Silva e o atacante Hulk. Fábio, que completa 46 anos, é considerado um fenômeno, enquanto Thiago Silva, aos 42, reflete sobre a proximidade do fim de sua carreira. Hulk, por sua vez, aos 40 anos, também se mantém relevante na equipe.
A longevidade desses atletas levanta questionamentos sobre como conseguem atuar em um esporte tão exigente. Fábio, por exemplo, tem um histórico de poucas lesões, o que contribui para sua permanência em alto nível. O gestor de performance Luiz Felipe Sinforoso destaca que a continuidade em um mesmo clube, como Fábio fez, permite um padrão de treinamento consistente, evitando adaptações que podem resultar em lesões.
Fábio se tornou o jogador mais velho a disputar uma Libertadores e um Brasileirão, e sua contratação pelo Fluminense em 2022 gerou dúvidas, mas rapidamente conquistou a confiança da comissão técnica. O preparador de goleiros André Carvalho elogiou sua performance, afirmando que ele ainda tem muito a oferecer.
Thiago Silva, conhecido por sua liderança e experiência, enfrenta desafios físicos, como dores no joelho, e precisa gerenciar sua carga de jogos. Ele investiu em tecnologia de recuperação, como câmaras hiperbáricas, para manter sua performance, algo que não é comum entre todos os atletas.
Hulk, por sua vez, mantém uma rotina ativa fora dos campos, praticando outros esportes e investindo em cuidados com a saúde. Sua genética e a disciplina em sua preparação são fatores que contribuem para sua longevidade no futebol.
Em suma, a longevidade de Fábio, Thiago Silva e Hulk no Fluminense é resultado de uma combinação de fatores, como genética, disciplina, histórico de lesões e cuidados com a saúde. Cada um deles encontrou seu próprio caminho para continuar competitivo, provando que a idade não é um obstáculo para a performance no futebol.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original