Um podcast recente discutiu a situação do Fluminense no grupo da Libertadores, destacando um dos principais problemas do time sob o comando de Luis Zubeldía: a conversão de chances em gols. Na estreia na competição, o Fluminense enfrentou o La Guaira e, apesar de realizar 18 finalizações, o jogo terminou em empate sem gols.
Após a partida, tanto o treinador quanto os jogadores criticaram a ineficiência do ataque, que tem sido uma constante. Nesta temporada, a equipe precisa de uma média de 9,68 chutes para conseguir marcar um gol. Dados do Espião Estatístico do ge mostram que Bahia e Grêmio têm os melhores aproveitamentos, precisando de apenas 6,7 e 6,8 finalizações, respectivamente. O Fluminense, por sua vez, ocupa uma das piores colocações nesse quesito, apenas à frente de Bragantino (11,28), Vasco (11,81), Mirassol (11,95) e Corinthians (12,33).
No total, o Fluminense contabiliza 300 finalizações e 31 gols em 2026. O atacante John Kennedy é o que mais finaliza, com 43 tentativas e cinco gols, apresentando uma média de um gol a cada 6,14 chutes. Os outros principais finalizadores da equipe são Canobbio (32 finalizações e 4 gols), Serna (29 finalizações e 5 gols), Savarino (28 finalizações e 1 gol) e Lucho Acosta (27 finalizações e 3 gols).
Em termos de efetividade, Nonato, Castillo e Hércules se destacam: Nonato marcou um gol em sua única finalização, Castillo fez dois gols em cinco finalizações e Hércules anotou três gols em 14 tentativas.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original