A recente saída de Lionel Messi do Barcelona e de Hulk do Atlético-MG trouxe à tona situações semelhantes vividas por outros ídolos do futebol brasileiro e mundial. Esses momentos, muitas vezes inesperados, não foram como os clubes ou torcedores esperavam.

Neymar foi um dos primeiros a protagonizar uma saída conturbada ao deixar o Barcelona e se transferir para o PSG em 2017. O clube francês pagou a multa rescisória de 222 milhões de euros, o que pegou o Barça de surpresa. A partir daí, começaram uma série de disputas judiciais entre jogador e clube, com o Barcelona cobrando 8,5 milhões de euros de Neymar, enquanto o brasileiro reivindicava 26 milhões de euros referentes a um bônus de renovação.

Em 2019, houve tentativas de retorno de Neymar ao Barcelona, impulsionadas por um pedido de Messi, mas o PSG não permitiu a transferência. A disputa judicial entre as partes foi encerrada em julho de 2021.

Messi, por sua vez, deixou o Barcelona de forma abrupta em 2021, mesmo após aceitar uma redução salarial. O clube não conseguiu renovar seu contrato devido a restrições financeiras impostas pela La Liga. O anúncio de sua saída ocorreu meses depois do término de seu vínculo, e Messi se transferiu para o PSG e, posteriormente, para o Inter Miami.

Romário teve uma saída polêmica do Flamengo em 1999, após uma derrota para o Juventude. O jogador foi dispensado após fotos suas com uma modelo da Festa da Uva vazarem para a imprensa, o que gerou grande repercussão.

Gabigol, outro ídolo do Flamengo, também deixou o clube de maneira conturbada, encerrando sua relação com a diretoria sem um acordo para renovação e acertando com o Cruzeiro para 2025.

Dudu, considerado um dos maiores jogadores da história do Palmeiras, rescindiu seu contrato amigavelmente, mas saiu em litígio com a presidenta do clube, Leila Pereira, o que resultou em uma disputa judicial.

Além desses, Luís Figo trocou o Barcelona pelo Real Madrid em uma das transferências mais polêmicas da história do futebol europeu, enquanto Marcelinho Carioca teve uma saída conturbada do Corinthians, enfrentando restrições em seu novo contrato.

Fábio, goleiro com mais partidas pelo Cruzeiro, também deixou o clube em meio a divergências sobre sua renovação, após a mudança para SAF.

Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original