Na coletiva de apresentação como novo coordenador técnico do CRB, Gum compartilhou detalhes sobre o processo de contratações do clube. Ele destacou que as contratações são realizadas em equipe e usou o atacante Hulk, recentemente contratado pelo Fluminense, como exemplo.

Gum, que se tornou ídolo no Fluminense após conquistar títulos brasileiros em 2010 e 2012, afirmou que apenas dois clubes o fariam deixar sua atual posição nos negócios para trabalhar nos bastidores do futebol: o CRB e o Fluminense.

Sobre o processo de contratações, ele explicou: “Não se pode fazer uma contratação sozinho. Por exemplo, se o Hulk estivesse saindo do Atlético Mineiro, eu não poderia simplesmente ligar e contratá-lo. É necessário consultar o departamento financeiro para saber qual é o orçamento disponível.”

Ele acrescentou que, embora tenha uma boa relação com o Fluminense, a negociação deve sempre envolver várias partes do clube, incluindo a comissão técnica e o departamento de análise, que avalia as estatísticas do jogador. “A contratação é um trabalho coletivo, onde cada um tem sua função”, destacou.

Gum também mencionou que o relacionamento com outros clubes pode facilitar as negociações. “Se quisermos um atleta do Fluminense, por exemplo, é mais fácil eu ligar, já que joguei lá por quase 10 anos”, comentou.

Além disso, ele ressaltou a importância de considerar outros atacantes disponíveis no mercado e como a divisão dos salários pode ser negociada com clubes maiores. “A contratação de um atleta é um processo complexo e envolve muitos fatores”, concluiu.

Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original