O Flamengo enfrentou o Estudiantes em uma semifinal da Libertadores no Maracanã, mas não conseguiu avançar e foi eliminado nos pênaltis. A expectativa inicial deu lugar à ansiedade, com a equipe tendo dificuldades em criar oportunidades. A frustração tomou conta do elenco e da torcida, que, apesar da derrota, fez uma bela festa para apoiar o time.
Com mais de 72 mil torcedores presentes, o Maracanã estava em festa, com mosaicos espalhados por praticamente todos os setores. No entanto, à medida que o jogo avançava, a tensão aumentava. Dentro de campo, o Flamengo não conseguiu apresentar um bom futebol, e a falta de efetividade irritou os jogadores, que lamentavam as chances perdidas.
Os atletas tentavam ajustar o posicionamento e melhorar as decisões em campo, mas o nervosismo era evidente. A equipe reclamava das marcações do árbitro e da cera do time argentino. O técnico Leonardo Jardim tentava orientar os jogadores, mas as mudanças não surtiram efeito e o Flamengo continuou sem finalizar com perigo.
No segundo tempo, o Flamengo ficou com um jogador a mais após a expulsão de Baltasar Rodríguez, mas a vantagem não se traduziu em melhores oportunidades. As finalizações continuavam raras, e o time não conseguiu marcar antes do apito final.
Na disputa por pênaltis, a pressão aumentou, especialmente após a cobrança perdida por Jorginho, que ficou desolado. Apesar de algumas tentativas de motivação entre os jogadores, a eliminação foi amarga. O Flamengo deixou o campo cabisbaixo, enquanto os jogadores do Estudiantes celebravam a classificação.
Após o jogo, Léo Ortiz comentou sobre a situação, destacando a necessidade de união do grupo diante da eliminação. O Flamengo agora se prepara para enfrentar o Atlético-MG no Maracanã, em busca de manter a liderança do Campeonato Brasileiro, com sete rodadas restantes na competição.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original