No confronto desta terça-feira, no Maracanã, entre Fluminense e Independiente Rivadavia, o time tricolor fez seis substituições, uma a mais do que o permitido. Mas o que explica essa exceção?
O protocolo de concussão, que entrou em vigor em 1º de julho de 2024, permite que equipes façam uma substituição adicional em casos de jogadores que apresentem sintomas neurológicos após choques de cabeça. Para que essa troca seja válida, um membro da comissão técnica deve mostrar um cartão vermelho ao árbitro no momento da solicitação.
Com isso, o time adversário também tem direito a uma substituição extra, garantindo a isonomia entre as equipes. O incidente ocorreu com o jogador Arana, que se machucou logo no início do segundo tempo. Ele se queixou após um chute e pediu atendimento.
Conforme as normas da CBF para o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil, jogadores que passam pelo protocolo de concussão devem ficar afastados por, no mínimo, cinco dias. Portanto, Arana não poderá participar do próximo jogo contra o Palmeiras, marcado para sábado.
A partida de volta entre Fluminense e Independiente Rivadavia está agendada para a próxima terça-feira, 18 de agosto, às 19h. O vencedor avançará às quartas de final, enfrentando o ganhador do duelo entre Coquimbo Unido e Platense.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original