No Dia das Crianças, os filhos de jogadores do Fluminense se divertem no CT Carlos Castilho. Apesar de não ter atletas convocados para a seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026, o Fluminense se destaca por uma tradição significativa: é o clube que mais revelou goleiros para a seleção brasileira na história dos Mundiais, totalizando seis atletas em nove convocações.
Os goleiros convocados são: Velloso (1930), Batatais (1938), Castilho (1950, 1954, 1958 e 1962), Veludo (1954), Félix (1970) e Paulo Victor (1986). Um feito notável do Fluminense é que ele é o único clube brasileiro a ter seu goleiro titular e reserva convocados para uma mesma Copa do Mundo, no caso, Castilho e Veludo em 1954.
Batatais jogou pelo Fluminense de 1935 a 1946 e foi convocado para a Copa do Mundo de 1938, onde atuou na vitória por 6 a 5 sobre a Polônia, mas perdeu a titularidade a partir do segundo jogo.
Castilho, considerado o maior ídolo da história do Fluminense, defendeu o clube entre 1947 e 1965 e participou de quatro Copas do Mundo. Em 1950, foi reserva de Barbosa, e em 1954, tornou-se titular, jogando em três partidas. Nas Copas de 1958 e 1962, foi reserva de Gilmar durante as campanhas vitoriosas do Brasil.
Félix, que atuou pelo Fluminense de 1968 a 1978, foi convocado para a Copa do Mundo de 1970, onde foi titular em todos os jogos, contribuindo para o tricampeonato brasileiro com defesas memoráveis.
Paulo Victor, que jogou pelo clube entre 1981 e 1988, foi convocado para a Copa de 1986 como reserva, mas não teve a oportunidade de entrar em campo.
Velloso, que defendeu o Fluminense de 1928 a 1935, foi convocado para a primeira Copa do Mundo, em 1930, e Veludo, que jogou de 1949 a 1956, foi reserva de Castilho na Copa de 1954.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original