O Fluminense se aproxima do final de 2026 com oito jogadores com contratos prestes a expirar, incluindo os ídolos Germán Cano, Ganso e Thiago Silva. Os vínculos desses atletas, assim como os de Alisson, Enzo Munerato, João Lourenço, Kauã Velon e Miguel Sampaio, terminam em 31 de dezembro.

Embora já possam assinar pré-contratos com outras equipes desde junho, os futuros de Cano, Ganso e Thiago Silva ainda não estão definidos, nem em relação a saídas nem permanências no clube.

Thiago Silva, que chegou ao Fluminense no meio do ano, tem contrato até o fim de 2026. Existe a possibilidade de que ele se aposente ao final desse vínculo, mas essa decisão ainda não foi tomada. O clube aguarda a escolha do zagueiro para planejar os próximos passos.

Ganso, por sua vez, teve um início de ano complicado, atuando como reserva sob o comando de Zubeldía e até sendo afastado para buscar outro clube. No entanto, após a chegada de Marcão, ele se tornou titular e contribuiu para a classificação do Fluminense à semifinal da Libertadores. No momento, não há negociações para a renovação do contrato do meia, que deve focar na conquista da Libertadores antes de decidir seu futuro.

Já Cano enfrenta um ano desafiador, lidando com lesões desde a pré-temporada. Ele participou de apenas 15 partidas oficiais e marcou um gol, que garantiu a vitória sobre o Palmeiras no Brasileirão. Sua última lesão ocorreu no primeiro jogo das quartas de final da Libertadores contra o Platense, e a previsão de recuperação é para novembro, o que dificulta a possibilidade de renovação do contrato.

Alisson, que está emprestado pelo São Paulo, pode retornar ao clube paulista devido à falta de espaço no elenco tricolor. Os outros quatro jogadores, formados em Xerém, estão próximos do limite de idade para o sub-20 e terão suas situações avaliadas ao final da temporada.

O Fluminense volta a campo na próxima quinta-feira (08), enfrentando o Coritiba pelo Campeonato Brasileiro, às 21h30, no Maracanã. Atualmente, a equipe ocupa a quarta posição na tabela, com 48 pontos, 12 a menos que o líder.

Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original