O Fluminense se prepara para um dos jogos mais importantes da temporada, a partida de volta da semifinal da Libertadores contra o Palmeiras, após uma sequência de três derrotas. O desempenho do sistema ofensivo tem gerado questionamentos, e a confiança do técnico Marcão é em buscar a classificação.
A principal esperança de gols da equipe é o atacante Hulk, que vinha em um bom momento antes da pausa para a Data Fifa. No entanto, no jogo de ida da Libertadores, ele enfrentou dificuldades para atuar da forma exigida em uma competição de maior intensidade física.
Marcão considera que uma das alternativas para melhorar a atuação de Hulk é dar mais liberdade ao jogador, permitindo que ele receba a bola em melhores condições para finalizações. A ideia é ter um segundo atacante ao lado dele, como aconteceu em momentos exitosos no Atlético-MG, onde Hulk jogou com Diego Costa e Paulinho.
“O movimento que pensei em fazer quando o Serna entrou era trazê-lo para dentro, criando uma opção de segundo atacante variando com o Hulk. O Santos se fechou bem, então tivemos que abrir o Serna e puxar o Savarino para dentro. Mas essa é uma possibilidade que podemos explorar, seja no início do jogo ou em algum momento durante a partida”, explicou Marcão.
Desde que Marcão assumiu o comando, Hulk se tornou o líder em participações em gols da equipe, contabilizando seis gols e quatro assistências em 16 jogos. O único gol dele na Libertadores foi na vitória sobre o Platense, nas quartas de final, por 2 a 0 no Maracanã. O atacante chegou ao Fluminense com a missão de ser a solução para o ataque, especialmente em jogos decisivos como o que se aproxima.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original