O Fluminense voltou a acender um alerta em sua defesa após o empate com o Bolívar, que poderia ter garantido uma classificação mais tranquila para as oitavas de final da Conmebol Libertadores. Apesar de ter começado bem o jogo, abrindo o placar, o time sofreu o empate e sentiu o impacto dessa igualdade, um padrão que tem se repetido com frequência nesta temporada.
Em 2026, a equipe já foi vazada 35 vezes, com uma média de 1,06 gol sofrido por partida. O resultado final foi 2 a 1 para o Fluminense, mas isso não garante a autonomia dos cariocas na busca pela classificação.
O goleiro Fábio comentou sobre a necessidade de manter a atenção e fazer a leitura correta das jogadas para evitar novos gols sofridos: “A gente sofre os gols, mas, como já disse, não é um jogo individual, é um jogo em que o grupo precisa fazer a leitura. Nossa função é tentar evitar ao máximo, mas temos que estar sempre atentos, pois o adversário também tem qualidade. Precisamos evitar erros táticos que têm ocorrido para não sofrer com gols”, afirmou.
Além disso, o defensor Freytes, que recentemente recebeu críticas da torcida, destacou que a responsabilidade de evitar gols é coletiva: “Não é só um que erra. Vamos competir e correr como uma equipe. Não é hora de apontar dedos, estamos todos do mesmo lado e queremos o melhor para o Fluminense”, disse.
O Fluminense voltará a campo neste sábado, enfrentando o Mirassol, no Maião, às 19h (de Brasília). Atualmente, a equipe ocupa a terceira posição no Campeonato Brasileiro, mas a média de gols sofridos na competição é ainda maior, com 1,3 por jogo. Por outro lado, o ataque se destaca, sendo o terceiro melhor da competição, com 27 gols, ficando atrás apenas de Botafogo (29) e Flamengo (27).
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original