O Flamengo atingiu a marca inédita de R$ 2 bilhões em receita em 2025, conforme o balanço financeiro divulgado na noite de terça-feira. O clube destacou a redução de sua dívida operacional, que caiu de R$ 344 milhões para R$ 174 milhões. Esta performance foi impulsionada por um desempenho esportivo e comercial excepcional, vendas recordes de atletas e a gestão do Maracanã.
A receita operacional bruta total, que inclui a venda de jogadores, foi de R$ 2,089 bilhões, superando pela primeira vez a marca de R$ 2 bilhões. Esse crescimento é atribuído ao bom desempenho nas competições, ao aumento das receitas comerciais e à recuperação das receitas de matchday, além de um volume significativo de transferências de atletas.
Os números apresentados incluem uma receita bruta de R$ 2,089 bilhões, receita recorrente de R$ 1,571 bilhão, um EBITDA de R$ 616 milhões e um superávit de R$ 336 milhões. A dívida operacional líquida, que havia chegado a R$ 513 milhões em 2019, foi impactada pela pandemia, atingindo R$ 643 milhões em 2020, mas sofreu uma queda consistente nos anos seguintes até chegar a R$ 174 milhões em 2025.
Em relação às vendas de atletas, o Flamengo arrecadou R$ 519 milhões, um aumento considerável em comparação aos R$ 113 milhões de 2024. O clube também investiu R$ 636 milhões na compra de jogadores, um valor superior aos R$ 435 milhões de 2024 e R$ 301 milhões de 2023. Entre as aquisições estão Samuel Lino, Carrascal e Emerson Royal, entre outros.
Esses resultados refletem não apenas a valorização dos ativos formados na base, mas também as negociações estratégicas em direitos econômicos de atletas profissionais.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original