A derrota do Corinthians para o Internacional por 2 a 0, ocorrida em Porto Alegre, deixou a equipe em uma posição desafiadora na Copa do Brasil. Para avançar às quartas de final, o time precisará vencer o rival no jogo de volta, que acontecerá na quinta-feira, às 20h, em Itaquera, por uma diferença de três gols.
Apesar do cenário complicado, o técnico Fernando Diniz expressou confiança na capacidade do time de reverter a situação diante de sua torcida. "A primeira coisa é acreditar, não é uma situação fácil. Precisamos fazer o nosso melhor. Já realizamos boas partidas em casa, o mínimo é ter fé. O time tem potencial para conseguir, mesmo sabendo que o Inter é uma equipe forte e bem treinada. Precisamos acreditar até o fim e dar o nosso melhor", afirmou Diniz.
O treinador elogiou alguns momentos da atuação do Corinthians no duelo no Rio Grande do Sul e lamentou a não marcação de um pênalti no segundo tempo. "Acho que terminamos o jogo de forma positiva. Tivemos chances de marcar, o goleiro fez uma grande defesa. Além disso, houve um pênalti claro que não foi assinalado. Criamos volume de jogo e nos lançamos ao ataque, mas faltou preencher mais a área no primeiro tempo", disse.
Diniz também minimizou a importância dos desfalques, especialmente o de Yuri Alberto, que se recupera de uma lesão muscular. "Temos condições de nos ajudar e encontrar soluções com o que temos. Não adianta olhar para o passado, ninguém queria isso. Todos sabem a importância de um jogador como o Yuri. O Labyad estava em um bom momento e também se machucou. Acredito no potencial do grupo", destacou.
Para avançar na competição, o Corinthians precisa vencer o Internacional na quinta-feira, em casa, por três gols de diferença. Se vencer por dois gols, a decisão será nos pênaltis. Diniz ressaltou: "Hoje o resultado não refletiu o que foi o jogo. Não conseguimos a vitória em um mata-mata, mas ainda temos 90 minutos e jogaremos em casa com o apoio da nossa torcida. Estamos em uma grande instituição, agora é hora de falar menos e trabalhar mais, como já estamos fazendo, sabendo que faltam 90 minutos".
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original