Na partida entre Internacional e Corinthians, que terminou em 2 a 1 para o time gaúcho, o técnico Fernando Diniz se despediu do comando do Timão sob uma nuvem de infortúnios. Durante o jogo, o Corinthians viu três finalizações irem na trave, o que simboliza uma fase complicada do clube. A equipe, que já lidava com a pressão de sete derrotas consecutivas no Campeonato Brasileiro, também enfrentou a sensação de que nada parecia dar certo.

Apesar de ter jogadores de destaque, incluindo três convocados para a seleção brasileira e um astro europeu, o Corinthians terminou a partida apenas um ponto acima da zona de rebaixamento. Além disso, o time foi derrotado em todas as suas duas partidas contra o Internacional no campeonato, além de ser eliminado pela equipe na Copa do Brasil.

Os argumentos para justificar essa sequência de insucessos são vários: problemas políticos, dificuldades financeiras, lesões, falta de reforços e a ausência de jogadores durante a Data Fifa. No entanto, a equipe também falhou em momentos cruciais, como levar um gol logo no início da partida e cometer erros que resultaram em gols para o adversário.

A desorganização do Corinthians, portanto, contribuiu para alimentar o azar que o cercava. O futebol é um esporte de erros, e quanto mais instável o time, mais difíceis se tornam as jogadas. Embora o azar tenha sua parcela de culpa, é inegável que a falta de atenção e a desorganização foram determinantes na derrota.

É importante reconhecer que, apesar das boas ideias de Diniz, ele não conseguiu estabelecer um trabalho consistente desde a conquista da Libertadores com o Fluminense, em 2023. Com o passar do tempo e a repetição dos insucessos, torna-se cada vez mais difícil atribuir as falhas apenas a fatores externos.

Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original