Com o calendário do futebol brasileiro suspenso para a Copa do Mundo, é um momento oportuno para avaliar os reforços do Atlético-MG no primeiro semestre. O clube anunciou sete contratações até aqui e a performance deles é o foco da análise.

O primeiro a chegar foi Renan Lodi, lateral-esquerdo de 28 anos, que estava sem clube após rescisão com o Al-Hilal. Lodi firmou contrato de cinco anos e assumiu a titularidade, participando de 31 das 37 partidas do Atlético, com quatro gols e duas assistências.

Na sequência, o Galo contratou Maycon, ex-jogador do Corinthians, que se tornou uma peça chave no meio de campo, realizando 22 jogos e anotando dois gols, embora tenha enfrentado uma lesão que o afastou por um mês.

O terceiro reforço foi Alan Minda, vindo do Cercle Brugge, na Bélgica. O equatoriano de 22 anos teve um início desafiador, mas conseguiu se firmar no time, acumulando 19 jogos e três gols. Ele também foi convocado para a seleção do Equador na Copa do Mundo.

Outro reforço, Angelo Preciado, de 27 anos, chegou do Sparta Praga e, apesar de ter enfrentado dificuldades para manter a titularidade, participou de 16 jogos durante a temporada.

Victor Hugo, ex-Flamengo e Santos, foi a aposta do Atlético para o setor criativo. Com 22 anos, ele já disputou 27 partidas, marcando quatro gols e contribuindo com uma assistência.

O colombiano Cassierra, de 28 anos, ex-Zenit, também se juntou ao time e, após um início lento, ganhou mais minutos em campo após a saída de Hulk, contabilizando 25 jogos, cinco gols e duas assistências.

Por fim, Thomas Perez, volante argentino de 20 anos, foi contratado por empréstimo do Porto. Embora tenha mostrado potencial em algumas partidas, perdeu espaço na equipe e participou de 14 jogos sob o comando do técnico Eduardo Domínguez.

Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original