A derrota do Flamengo para o Cruzeiro, por 2 a 1, trouxe à tona uma estatística interessante: o adversário finalizou mais de fora da área (12 vezes) do que de dentro (10), conforme dados do Gato Mestre do ge. Essa estratégia foi eficaz, com Romero e Arroyo marcando gols em chutes de longa distância.
Em 2026, o goleiro argentino Rossi já sofreu oito gols em finalizações de fora da área. Em três dessas situações, ele estava fora do gol durante as jogadas, mas nos outros cinco, estava bem posicionado. Isso gerou críticas por parte dos torcedores. Um dos gols, um belo chute de Erick (Vitória), foi considerado indefensável. No entanto, os chutes de Gabriel (Bragantino) e Romero (Cruzeiro), apesar de potentes, foram de longa distância, enquanto os de Lautaro Díaz (Santos) e Arroyo (Cruzeiro) não foram tão bem colocados.
Um fator comum entre esses gols é a demora de Rossi em reagir, possivelmente devido à obstrução da visão por jogadores à frente da bola e a sua posição que deixou um lado do gol mais exposto. Após um ano em que foi fundamental na conquista do tetra da Libertadores, Rossi perdeu prestígio com a torcida nesta temporada. Em maio, ele já havia sido criticado por falhas em partidas anteriores.
Atualmente, Rossi volta a ser alvo de reclamações após dois jogos consecutivos em que sofreu gols de finalizações de longa distância. Enquanto isso, Andrew, o goleiro contratado por R$ 34,7 milhões, não tem recebido a confiança do técnico Leonardo Jardim, tendo atuado apenas uma vez desde sua chegada.
O Flamengo agora tem uma semana livre para se preparar para o próximo jogo, que será um clássico contra o Botafogo, no domingo, às 16h (de Brasília), no Maracanã. O time rubro-negro, com 45 pontos, ocupa a vice-liderança do Brasileirão, mas está seis pontos atrás do Palmeiras.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original