Léo Condé chegou ao Remo na 5ª rodada do Campeonato Brasileiro, substituindo Juan Carlos Osório, que não conseguiu vencer em sua passagem. Ao assumir, o time estava na 16ª posição, com apenas três pontos, resultado de três empates e uma derrota. A estreia de Condé não foi positiva, com uma derrota em casa para o Fluminense por 2 a 0.

A situação do Remo não melhorou logo de cara. Após a derrota para o Flu, a equipe enfrentou uma sequência de três resultados negativos, incluindo uma derrota por 1 a 0 para o Coritiba e um revés de 3 a 0 para o Flamengo no Maracanã. A virada aconteceu na oitava rodada, quando o Remo derrotou o Bahia por 4 a 1, em uma partida que marcou a recuperação do time.

No entanto, essa vitória não foi o ponto de partida para uma reação consistente. O Remo passou por um longo jejum sem vitórias entre a 9ª e a 13ª rodada, onde perdeu para o Santos, empatou com Grêmio e Vasco, e foi derrotado pelo Bragantino e Cruzeiro. A recuperação começou na 14ª rodada, quando o Remo virou o jogo contra o Botafogo, mostrando resiliência ao marcar nos minutos finais.

Em seguida, o time conseguiu um empate contra o Palmeiras, líder da competição, e uma vitória sobre a Chapecoense. Após duas partidas em Belém, onde perdeu para o Athletico-PR e venceu o São Paulo, o Remo teve um retorno complicado após a pausa para a Copa do Mundo, perdendo para o Corinthians por 3 a 0, mas se recuperou ao vencer o Vitória por 2 a 0.

Nos últimos jogos, o Remo acumulou uma derrota para o Mirassol e empates com Atlético-MG e Internacional. No total, Léo Condé contabiliza cinco vitórias, cinco empates e nove derrotas, somando 20 pontos em 19 rodadas. A equipe marcou 21 gols e sofreu 29. A maior vitória foi contra o Bahia, enquanto as piores derrotas foram para Flamengo e Corinthians, ambas por 3 a 0. Durante sua gestão, o Remo ocupou a lanterna em duas rodadas, alcançando a melhor posição de 18ª colocação.

Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original