As bolas paradas têm se mostrado um ponto crítico para o Cruzeiro nesta temporada. O time celeste viu quase um terço dos gols sofridos serem provenientes dessas jogadas, que englobam escanteios, pênaltis e faltas. O levantamento feito pelo ge em parceria com o Gato Mestre revelou que, dos 63 gols sofridos pelo Cruzeiro, 19 foram em situações de bola parada, o que representa 30,2% do total.

A distribuição dos gols sofridos em bolas paradas é a seguinte: seis de pênalti, oito em escanteios, quatro em faltas levantadas na área e um em cobrança direta de falta. Os dois últimos gols sofridos pela equipe ocorreram na partida contra o Bragantino, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro, ambos originados de escanteios. O primeiro foi marcado por Lucas Barbosa e o segundo, um gol contra de Kaio Jorge.

Antes do confronto com o Bragantino, o último gol sofrido em bola parada pelo Cruzeiro foi anotado por Gustavo Henrique, durante a vitória por 2 a 1 sobre o Corinthians. Naquela ocasião, uma falta cobrada na área foi rebatida pelo goleiro, e o zagueiro completou com um voleio.

No ataque, a situação é um pouco diferente. O Cruzeiro marcou 16 dos 81 gols na temporada em jogadas de bola parada, o que corresponde a 20,2%. O gol mais recente dessa natureza foi na vitória por 3 a 1 sobre o Vitória, onde William cobrou um lateral, Arroyo cruzou e Villalba finalizou para o gol.

Dentre os 16 gols feitos em bolas paradas, nove foram de pênalti, três após cobranças de lateral, três em escanteios e um em cobrança direta de falta. Um dos gols de escanteio foi resultado de uma cobrança direta de Cauan Baptistella para Kauã Prates, na partida contra o Pouso Alegre, pelo Campeonato Mineiro.

Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original