No duelo entre Rosario Central e Corinthians, que terminou em 0 a 0, o time brasileiro conseguiu um resultado importante para suas aspirações na Libertadores. O confronto, disputado em um ambiente desafiador, mostrou a solidez do time argentino, mas o Corinthians, sob o comando de Fernando Diniz, foi além do que se esperava: o empate deixa a classificação para as quartas de final em vista.
O jogo ocorreu em uma semana conturbada para o clube, marcada pela saída de Memphis Depay. Além disso, o goleiro Hugo Souza enfrentou ofensas racistas durante a partida, uma situação que, lamentavelmente, se repete e compromete o espírito da competição, sem uma resposta adequada da Conmebol.
Em campo, ambos os times se dedicaram intensamente, proporcionando um espetáculo que lembrava os grandes clássicos da Libertadores, com muita emoção nas arquibancadas e algumas disputas acirradas. Apesar da tensão, o Corinthians se saiu bem, controlando a posse de bola e neutralizando as jogadas de Ángel Di María, que é fundamental para o time argentino. O colombiano Campaz, por sua vez, ficou sobrecarregado, e o ataque do Rosario Central, sem Alejo Véliz, não conseguiu se impor.
O goleiro Hugo teve poucas intervenções, mas foi decisivo em uma defesa importante. O Corinthians quase abriu o placar em uma cobrança de falta, que acertou a trave duas vezes. No segundo tempo, o Rosario Central pressionou mais, mas o Corinthians se destacou na defesa, permitindo apenas duas finalizações em direção ao gol. Mesmo com a expulsão de Allan, que realizava uma boa partida, e a entrada do veterano Marco Rubén, a solidez defensiva do Corinthians se manteve.
Embora a equipe não tenha mostrado uma produção ofensiva significativa, o foco era voltar de Rosario com um resultado positivo. O Corinthians cumpriu seu objetivo e agora se prepara para o próximo desafio em Itaquera, onde poderá explorar mais sua capacidade ofensiva.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original