No último domingo, o Corinthians enfrentou o Cruzeiro na Neo Química Arena e sofreu uma derrota por 2 a 1, em partida válida pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Mesmo com apenas um dia de preparação após a viagem a Rosario, na Argentina, a equipe, comandada por Fernando Diniz, apresentou um bom desempenho, exceto pela ausência de Raniele, que foi poupado. O time demonstrou intensidade e qualidade ofensiva, além de um equilíbrio defensivo, mas não conseguiu converter as oportunidades em gols.
No primeiro tempo, o Corinthians controlou o jogo e teve pelo menos três boas chances para abrir o placar. Pedro Raul e Kaio César não conseguiram finalizar com precisão, e a melhor oportunidade foi com Rodrigo Garro, que acertou a trave. O Cruzeiro, por sua vez, abriu o placar aos 35 minutos, após um erro de Matheuzinho. Lucas Romero roubou a bola e assistiu Felipe Morais, que cruzou para João Costa marcar de cabeça. O goleiro Hugo Souza tentou defender, mas a bola sobrou para Bruno Rodrigues, que empurrou para o gol.
No segundo tempo, o Corinthians continuou a controlar a partida e conseguiu o empate aos 12 minutos, quando Garro cobrou uma falta e Gustavo Henrique aproveitou a sobra para marcar um bonito gol de voleio. No entanto, a situação mudou a partir da metade da segunda etapa, quando o Corinthians precisou fazer substituições e recorreu a jogadores reservas, enquanto o Cruzeiro trouxe alguns titulares para o jogo.
Com as duas equipes mais expostas, o jogo se tornou aberto. Aos 36 minutos, após uma jogada em que Garro caiu na área sem conseguir finalizar, o Cruzeiro aproveitou um contra-ataque e marcou o segundo gol com Wanderson. A derrota deixou os torcedores frustrados, mas a atuação da equipe deixou uma impressão positiva antes do jogo decisivo contra o Rosario Central, que ocorrerá na próxima quinta-feira, também na Neo Química Arena, pela volta das oitavas de final da Conmebol Libertadores. Como o primeiro jogo terminou em 0 a 0, o Corinthians precisa vencer por qualquer placar para avançar às quartas de final, o que exige uma maior eficiência no ataque. Repetir a boa performance deste domingo pode não ser suficiente.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original