O Corinthians definiu para quinta-feira o retorno de Memphis Depay ao CT Joaquim Grava. Assim que o atacante se reapresentar, ele realizará uma bateria de exames, que deve se estender por dois dias. Se for aprovado, Memphis assinará a renovação do contrato e será reintegrado ao elenco sob o comando do técnico Fernando Diniz.
Nos bastidores, a diretoria do clube e a equipe do jogador já chegaram a um entendimento sobre um novo contrato de dois anos, que inclui o parcelamento de uma dívida de R$ 42 milhões em quatro parcelas semestrais, com o primeiro pagamento programado para fevereiro do próximo ano.
A realização dos exames médicos é o último passo antes da reintegração de Memphis ao time. O clube está preparando um check-up completo, seguindo os protocolos para novas contratações. Há preocupações entre conselheiros e aliados do presidente Osmar Stabile sobre a condição física do jogador, que tem um histórico de lesões e atuou pouco neste ano, tanto pelo Corinthians quanto pela seleção da Holanda na Copa do Mundo.
O estafe de Memphis, por sua vez, afirma que o atacante está em condições de jogo e que estará disponível para o técnico Fernando Diniz assim que for liberado. A reintegração ao elenco ocorrerá somente após a assinatura do novo contrato. A expectativa é que isso aconteça na próxima segunda-feira, já que no fim de semana a equipe viajará a Porto Alegre para enfrentar o Internacional nas oitavas de final da Copa do Brasil.
Internamente, caso Memphis seja aprovado nos exames e receba o novo visto de trabalho, há a possibilidade de que ele esteja à disposição para a partida de volta contra o Internacional, marcada para o dia 6 de agosto, na Neo Química Arena.
O novo contrato terá um modelo diferente, com uma remuneração significativamente menor do que o atual, que foi assinado em setembro de 2024 e expira nesta sexta-feira. O acordo também inclui o pagamento da dívida de R$ 42 milhões em quatro parcelas de R$ 10,5 milhões, com vencimentos a cada seis meses, iniciando em fevereiro de 2027. Memphis havia solicitado um contrato de três anos, argumentando que isso permitiria ao Corinthians parcelas menores, mas a diretoria manteve a proposta de dois anos.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original