A partida entre Chapecoense e Botafogo, válida pela quinta fase da Copa do Brasil, teve um primeiro tempo tumultuado, com discussões acaloradas entre os jogadores. O time da casa abriu o placar aos 48 minutos, fazendo 2 a 0, o que gerou reclamações por parte dos atletas cariocas, que alegaram que a Chape estava atrasando o reinício do jogo.
Durante o intervalo, Alex Telles, lateral do Botafogo, e João Vitor, volante da Chapecoense, iniciaram uma troca de farpas no banco de reservas. A situação se intensificou e outros jogadores se juntaram à discussão ao final do primeiro tempo, levando a um clima tenso até os vestiários.
Marcinho, jogador da Chapecoense, comentou sobre a importância de manter a intensidade no jogo: "A gente não pode deixar o ritmo cair, o Botafogo é um time muito qualificado. Temos que continuar pressionando, com energia". A equipe catarinense precisa manter o resultado para avançar na competição, após ter perdido o jogo de ida por 1 a 0.
Júnior Santos, também da Chapecoense, expressou sua insatisfação com a arbitragem: "O árbitro falou que foi proteção, depois que não tocou no meu rosto. A arbitragem hoje em dia tá isso aí". Ele destacou a importância de ter controle emocional para buscar a vitória.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original