Durante a partida na Bombonera contra o Boca Juniors, os jogadores do Cruzeiro enfrentaram um ambiente hostil, com objetos como chicletes, papel alumínio e copos plásticos sendo arremessados pela torcida adversária. Apesar da pressão, o resultado foi um empate em 1 a 1, conforme reportado pelo ge.
O Cruzeiro já esperava um clima desafiador e, mesmo diante das provocações, manteve a calma em campo. Os atletas evitaram discussões e confrontos, focando em jogar futebol. "Viemos tentar fazer o nosso jogo e hoje não teve muita briga, todo mundo queria jogar", destacou o jogador Romero.
Na saída para o intervalo e após o apito final, a comissão técnica do Cruzeiro tomou cuidados para que os jogadores não se aproximassem do elenco do Boca, que estava insatisfeito com a arbitragem. Os atletas foram levados para perto da torcida cruzeirense antes de seguirem para o vestiário, sem incidentes.
Enquanto isso, a torcida do Boca Juniors fez o que pôde para incentivar sua equipe, utilizando de artifícios típicos para tentar desestabilizar o Cruzeiro. Durante o aquecimento no segundo tempo, o ge registrou o arremesso de chicletes e copos cheios de líquidos em direção aos jogadores do Cruzeiro, que se protegeram e evitaram qualquer tipo de provocação.
A pressão sobre a arbitragem aumentou no segundo tempo, especialmente durante os lances revisados pelo VAR. A comissão técnica e os torcedores do Boca se aglomeraram em torno do árbitro Jesus Valenzuela, exigindo explicações. Apesar da pressão, algumas decisões foram favoráveis ao Cruzeiro, como a validação do gol de Fagner e a anulação do gol de Merentiel. O único cartão vermelho foi para Gerson, do Boca.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original