O Atlético-MG, sob o comando do técnico Eduardo Domínguez, celebra os 100 dias de sua gestão com um balanço que tende a ser mais positivo. O argentino assegurou a classificação do clube para a Copa do Brasil e a Sul-Americana, além de proporcionar um respiro no Campeonato Brasileiro durante a pausa para a Copa do Mundo.

Domínguez, respaldado pela diretoria, enfrenta a expectativa de uma janela de transferências que se aproxima, enquanto já lida com saídas de jogadores. O Galo está vivo nas duas competições de mata-mata, o que promete uma pausa tranquila para o treinador.

No Brasileirão, Domínguez passou por momentos complicados, flertando com a zona de rebaixamento, mas conseguiu estabilizar a equipe na reta final do primeiro turno. O time finalizou a etapa na nona posição, com 24 pontos, a apenas dois do G-6, objetivo principal da temporada, contabilizando sete vitórias, três empates e oito derrotas, resultando em um aproveitamento de 44%.

Até o momento, Domínguez comandou a equipe em 24 partidas, com 11 vitórias, três empates e 10 derrotas, alcançando um aproveitamento de 50%. Embora não tenha repetido escalações, alguns jogadores se destacaram, como o goleiro Everson, que foi titular em todos os jogos, e o lateral Renan Lodi, que atuou em 21 partidas.

Com a chegada do segundo turno, o treinador já planeja a reposição de jogadores importantes que deixaram o clube, como o atacante Hulk, que se transferiu para o Fluminense, e o zagueiro Junior Alonso, que está a caminho dos Estados Unidos. A missão de Domínguez é encontrar novas referências técnicas para a equipe.

A janela de transferências, que abrirá em 20 de julho, é vista como uma oportunidade para o Atlético buscar reforços, embora o clube tenha sinalizado que não fará contratações de peso, priorizando negociações sem custos. O técnico enfatizou a necessidade de contratações certeiras, afirmando que o time precisa reforçar todas as posições, mas respeitando a situação financeira do clube.

Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original