Rodrigo Castillo, atacante do Fluminense, compartilha suas reflexões sobre o primeiro mês no clube e menciona a influência de seu pai, Miguel, em sua carreira. A trajetória de Castillo não é comum; ele se tornou a contratação mais cara da história do Fluminense após um início amador no futebol.
Aos 28 anos, Castillo está prestes a fazer sua estreia na Conmebol Libertadores, jogando no Maracanã contra o Independiente Rivadavia, na segunda rodada da fase de grupos. Ao entrar em campo, ele carrega consigo a memória de seu pai, que não pôde vê-lo se tornar profissional.
"Eu sempre levo uma foto dele nos jogos, assim como de meus avós e meu tio. Eles são minha motivação e guia. Meu pai não era fã de futebol, mas me ensinou a ser uma boa pessoa e é meu ídolo na vida", revelou Castillo em entrevista ao ge.
Nascido em Venado Tuerto, Santa Fé, Castillo começou sua carreira em um clube amador, o Sportivo Rivadavia. Sua ascensão ao futebol profissional ocorreu apenas aos 22 anos, devido ao seu início em categorias amadoras e à pandemia que interrompeu o futebol argentino.
Em 2022, fez sua estreia na segunda divisão pelo Deportivo Madryn, e rapidamente se destacou no Gimnasia y Esgrima e no Lanús, onde conquistou um título continental. Agora, no Fluminense, ele se adapta ao novo estilo de jogo, que exige passes curtos e paciência em campo.
"É uma responsabilidade e um orgulho ser a contratação mais cara do clube. Isso mostra que meu trabalho foi reconhecido e agora preciso provar meu valor em campo", afirmou.
Castillo espera ter a oportunidade de atuar como titular na Libertadores e sonha em conquistar mais um título para sua carreira.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original