Carlos Miguel, goleiro do Palmeiras e destaque na semifinal da Libertadores contra o Fluminense, não confirmou se utiliza alguma 'cola' para se preparar para as cobranças de pênaltis. Durante a disputa, ele foi visto consultando uma toalha antes de defender a penalidade de Nonato, uma prática comum entre os goleiros.
“Sobre a minha estratégia, não conto para ninguém. Só tenho a agradecer. Conseguimos bater os pênaltis da melhor forma possível. Se não fosse por eles, eu não teria defendido. Quando chegou a minha vez, consegui fazer a defesa”, declarou o atleta.
Carlos Miguel foi responsável por defender a quarta cobrança do Fluminense, enquanto os outros chutes da equipe adversária haviam sido convertidos. Com a vantagem no placar, Marlon Freitas precisou apenas acertar a última cobrança para garantir a vaga do Palmeiras na final da competição.
O goleiro atribuiu seu desempenho nas penalidades aos companheiros de equipe e à torcida, afirmando que, desde sua chegada ao clube em outubro de 2025, sentiu uma evolução em sua carreira. “Meu sentimento é de agradecimento a eles. Há um ano, quando cheguei aqui, eu não tinha o mesmo sorriso. Voltei diferente, mais maduro, mas essa torcida me trouxe alegria”, ressaltou.
As disputas de pênaltis já foram um desafio para o Palmeiras, mas, desde a chegada de Carlos Miguel, a situação mudou. Ele se destacou em duas ocasiões nesta edição da Libertadores, defendendo cobranças que garantiram a classificação da equipe. Agora, o Palmeiras aguarda o resultado do confronto entre Flamengo e Estudiantes para saber quem será seu adversário na final, marcada para o dia 28 de novembro, no Uruguai.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original