O Botafogo foi penalizado pela Fifa pela sexta vez nesta terça-feira, em razão da compra do jogador Lucas Villalba, que veio do Nacional em janeiro. O atleta, que foi o primeiro reforço do clube para a temporada de 2026, teve sua contratação avaliada em 3 milhões de dólares (cerca de R$ 16,3 milhões na cotação da época). No entanto, ao ser apresentado, Villalba não pôde ser inscrito, já que o Botafogo enfrentava um transfer ban.
As outras cinco punições anteriores estão relacionadas a dívidas com diversos clubes: Atlanta United pela contratação de Thiago Almada, Ludogorets por Rwan Cruz, New York City por Santi Rodríguez, Zenit por Artur e uma sanção adicional por não pagamento de multas. A mais recente punição imposta ao Botafogo é por tempo indeterminado, refletindo a reincidência em questões administrativas com a Fifa.
A quarta punição resultou na proibição de inscrever novos jogadores por três janelas de transferências. Em março, o clube foi condenado a quitar a dívida referente à compra de Artur, que totaliza 5,7 milhões de euros (aproximadamente R$ 34,1 milhões), referentes a três parcelas de 1,9 milhão de euros.
Além disso, a punição do dia 20 de abril está ligada a dívidas com o Ludogorets pela contratação de Rwan Cruz, que custou 8 milhões de euros (cerca de R$ 48,3 milhões). Em 7 de maio, o Botafogo recebeu outra penalidade por não honrar os pagamentos de Santi Rodríguez, que envolvem um total de 5 milhões de dólares (aproximadamente R$ 85 milhões).
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original